sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
PORQUE O MARKETING DE REDE É MAIS SEGURO DO QUE UM EMPREGO
Ontem estava fazendo uma apresentação para uma pessoa extremamente cética em relação ao Marketing de Rede,
que chegou a “zombar” de mim quando apontei algumas vantagens desse
negócio, e tive, então, que explicar-lhe o porquê de minhas afirmações.
Acho que o que falei é um assunto pertinente a ser explorado aqui no
blog e resolvi criar um post sobre o mesmo. Quero, no entanto, enfatizar
que minha afirmação se baseia na experiência que tenho com a empresa
com que trabalho e no conhecimento que detenho de apenas algumas outras
empresas, mas não posso dizer se é algo passível de ser afirmado pelo
distribuidor de qualquer companhia, uma vez que não conheço os planos e
termos contratuais de todas elas. Mesmo assim, ainda penso que minha
explicação, em maior ou menor grau, serve para todos. Você verá que a
teoria que uso não é um raciocínio restrito à “empresa A” ou a “empresa
B”, mas, sim, é a idéia que rege toda a indústria do Marketing de Rede.
Ainda antes de entrar na história que me fez escrever o post, eu queria
dizer que esse artigo é, sobretudo, voltado às as pessoas que não tem
mentalidade empreendedora e que, por compararem o MMN com um emprego,
acabam não entrando no negócio por acharem que ele não é seguro – como
se uma carteira assinada fosse segurança de alguma coisa.

. Eles nunca vão parar de pagar os cheques dos grandes líderes.
P.S.: Por favor, alguns anos depois de parar de trabalhar, volte aqui no blog e deixe um comentário nos dizendo se a empresa foi burra de parar de lhe pagar.
Fonte: MMNExpert.com
Marketing de Rede é mais seguro do que emprego
Bem, durante minha apresentação, na tentativa de mostrar para a pessoa que ela estaria construindo um negócio para si, e não trabalhando numa empresa para “outros”, eu falei que ela teria posse de um negócio “vitalício e hereditário”. Como você deve saber, essa é uma afirmação corriqueiramente utilizada nas reuniões de oportunidade. O que a maioria das pessoas não sabe é o que embasa essa afirmação – e esse era o caso de meu interlocutor. Quando afirmamos que um negócio de Marketing de Rede é “vitalício e hereditário”, queremos dizer que o empreendedor receberá seus bônus até o fim da vida e mesmo depois que se for, seu negócio fará parte de seu patrimônio e será repartido entre seus herdeiros. Na verdade, em relação ao “vitalício”, o que muitos dizem e que até já cheguei a ler em algum livro, é que o MMN é um negócio para “preguiçoso”, pois ele lhe possibilita trabalhar muito nos primeiros anos e logo aposentar-se com uma renda “para toda a vida”. E é justamente aí que entra a descrença das pessoas – e também foi aí que meu prospect começou a rebater-me. Realmente, para quem não tem uma visão mais profunda do negócio, num primeiro momento logo vem uma pergunta à cabeça: “quem garante que a empresa vai continuar me pagando meus bônus mesmo depois que eu parar de trabalhar?”. De fato, garantias eu não posso te dar de nada, nem mesmo de que eu ou você terminaremos o dia com vida. E, como sabemos, pequenos negócios podem “quebrar”, grandes empresas podem quebrar, mas isso também é possível à governos, à países e até em “quebradeira” continental já se falou. Isso é um fato, mas se for pensar que esse é um empecilho à sua prosperidade, você nada fará da vida. Mas uma coisa eu te garanto: exceto em caso de falência (claro que existem “n” fatores além desse, tanto para empresas de MMN, quanto para quaisquer outras), você terá muito mais segurança trabalhando como distribuidor de uma empresa de Marketing de Rede do que como empregado de uma empresa tradicional. E vou te explicar por quê.Seja um empreendedor no MMN e não um número no mercado tradicional
Numa empresa tradicional, o empregado não é mais que um número. Até na área de vendas, o coração da empresa, nada impede que um supervendedor seja substituído por outro. E mesmo no caso de empregos concursados – almejados por multidões, devido a “segurança” – já ouvimos falar em demissões sem justa causa. Ou você não lembra dos planos de demissões voluntárias, impostos há alguns anos por grandes bancos brasileiros, onde o que desejavam, nada mais era do que substituir seus funcionários antigos, que ganhavam mais, por novatos, que não fariam questão de fazer o mesmo trabalho pela metade do salário? Então, segurança não existe em lugar algum, amigo. E o que se pode fazer quando as grandes empresas abusam de seus funcionários? Greve? Nós sabemos que isso é o fim da picada! A verdade é que no fim das contas, a conhecida e desejada “carteira assinada” é um instrumento ilusório, de manipulação do senso comum, dos que buscam “segurança”. Noventa porcento dos milionários nunca a tiveram ou sequer pensaram em tê-la. Mas voltemos à história. Você já deve estar pensando: “ok, Pablo, mas e onde está a segurança do distribuidor de Marketing de Rede?”. Como já falei, segurança não há em nada, mas o profissional de Marketing de Rede tem, sim, uma certa segurança. Ele não precisa fazer greve. A empresa está em suas mãos e ela sabe disso. Ele não é apenas um número que pode ser descartado a qualquer momento. Seria muito cômodo para uma empresa de MMN simplesmente excluir o ID de um grande líder, que angariou uma organização de milhões em consumo e vendas e simplesmente parar de pagar-lhe os bônus – mas isso é quase impossível (salvo os descumprimentos às normas e procedimentos a que esse líder está submetido). O profissional de Marketing de Rede não é um empregado, mas um dono de negócio. E muita gente não entende, também, essa questão dele “ser dono”. Como pode ser dono, se a empresa não é dele?No Marketing de Rede você é dono do seu negócio, sim!
E é respondendo essa pergunta, que irei explicar-lhe onde está a segurança do profissional de MMN. Em primeiro lugar, toda empresa que se preze se utilizará de um contrato de distribuição, onde os direitos de ambas as partes estão assegurados – e isso já é uma segurança para o distribuidor. Mas, como muitos dizem, “isso não quer dizer nada”. Ok, para os céticos, nenhum argumento é válido. Vamos então para a prática: em primeiro lugar, lembre-se que no Marketing Multinível você faz parte da rede de distribuição de alguém, certo? Esse alguém entrou no negócio sob as mesmas perspectivas que você. Disseram à ele que o negócio era vitalício, que era hereditário, etc, etc, etc. Esse alguém trabalhou duro, ralou muito, falou com muitas pessoas que não acreditavam que era possível, que não acreditaram no seu blá blá blá, mas, enfim, seu esforço foi reconhecido e ele construiu uma grande organização. Como planejado inicialmente, esse alguém resolveu aposentar-se aos quarenta e poucos anos e assim o fez. Ele foi morar na praia e viver com as “pernas pro ar”. Qual a segurança que ele tem de que a empresa vai continuar pagando-lhe para o resto da vida? Bem, vou ser chato e repetir pela terceira ou quarta vez: nenhuma! Ele não tem nenhuma segurança e ao mesmo tempo tem toda a segurança do mundo, pois o negócio é dele e não da empresa. Vamos lá… Passados dois anos, a empresa resolve dar uma de esperta e pára de pagar os bônus de seu anteriormente estimado líder. E o que ele faz? Ele vai para a porta da empresa com a cara pintada, faixas, bandeiras, megafones e muita raiva para gritar “greve” o mais alto que puder? Claro que não, amigo. Ele simplesmente fará uma ligação para cada um de seus líderes de primeiro nível e colocará a situação na mesa. Falará que a promessa de ganhos vitalícios era uma farsa e que, provavelmente a de hereditariedade também será – mas aí ele nem terá como saber. Por consequência, esses outros líderes também contarão para seu respectivo primeiro nível e isso ganhará um efeito cascata, até chegar aos seus ouvidos.No Marketing de Rede, você está no comando
Agora imagine, você e uma multidão de novos empreendedores de sua empresa, iniciando no negócio, sem tantas conquistas ainda, sem tantos motivos que lhe grudem ao negócio. De repente, sabendo que o grande líder de seu grupo não está recebendo o cheque dele. O que você fará? Continuará comprando produtos dessa empresa, continuará promovendo-a como o melhor negócio do mundo? Nem você nem ninguém fará isso. Todos cancelarão seus pedidos num piscar de olhos, todos começarão a falar mau da empresa e logo, o que acontecerá? A empresa “quebrará”! E será que sua empresa deseja isso? Será que seus dirigentes são burros a esse ponto? Percebeu a diferença? Enquanto os profissionais de empresas tradicionais fazem greves, os de Marketing de Rede tem o poder de quebrar o negócio. Peço-lhe que entenda que eu não estou aqui incitando nada. Não tô falando pra ninguém quebrar empresa nenhuma. Pelo contrário, estou falando essas coisas para lhe encorajar a entrar para alguma empresa de Marketing de Rede, para mostrar-lhe o quão seguro é esse negócio. O quanto você será dono dele e o quanto poderá usufruir do mesmo. As boas empresas sabem que seu principal ativo são seus distribuidores, sabem que esse negócio é feito de gente diferenciada, de gente positiva. E que gente positiva merece viver com grandes chequesDesafie a si próprio e construa um grande negócio de Marketing de Rede
Quando eu falo isso, você pode dizer “sim, Pablo, mas o que minha segurança tem a ver com a do grande líder que está morando na praia?”. E eu te respondo: o grande líder pode ser você. Eu só criei o personagem do “grande líder” pra ilustrar que hoje você faz parte da rede de alguém, mas amanhã milhares de pessoas podem fazer parte da sua. E esse “sua”, quer dizer sua mesmo. Quando for dono de um grande negócio de MMN, ele será de fato seu. E nenhuma empresa ousará parar de pagar-lhe seus merecidos bônus. E mesmo que você tenha escolhido uma má empresa e ela pense em lhe sabotar, ainda assim terá a segurança que seu grupo lhe conferirá – não como subordinados, mas como parceiros de negócio que estão no mesmo barco que você e que sabem que se hoje a empresa lhe fere, amanhã poderá feri-los também. Então, caso isso ocorra, como líder, você terá em suas mãos o poder e o papel de conduzir seu grupo pelo melhor caminho. Entendeu onde está sua segurança? Você acha que um empregado tem esse mesmo poder sobre a empresa na qual trabalha? Claro que não. Se construir seu negócio sobre os pilares da moral, da ética, do profissionalismo, do respeito e do apoio a cada um de seus downlines, ele será sempre seu. E a empresa será apenas o veículo que você e as pessoas que você achou merecedoras irão se utilizar para chegar aonde quer que desejem. A história está bonitinha demais pra ser verdade? Simples: escolha uma boa empresa, desafie-se a ser um grande líder na mesma, construa seu negócio com seriedade e quando estiver milionário, vá morar na praia.P.S.: Por favor, alguns anos depois de parar de trabalhar, volte aqui no blog e deixe um comentário nos dizendo se a empresa foi burra de parar de lhe pagar.
Fonte: MMNExpert.com
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
quinta-feira, 27 de dezembro de 2012
Após denúncia de "pirâmide", Herbalife perde 40% de valor na Bolsa
As ações da fabricante de produtos para emagrecimento Herbalife
continuam em queda hoje na Nyse, bolsa de Nova York, pelo terceiro
pregão consecutivo, depois que Bill Ackman, famoso investidor “ativista”
- que procura opinar nas empresas onde detém participação -,
classificou o negócio da companhia como um “esquema de pirâmide”.
Os papéis recuavam 6,1% por volta das 13h05 (horário de Brasília),
sendo cotados em US$ 25,61. Mas desde o dia 20, quando a Pershing Square
Capital Management, gestora de recursos do empresário, fez uma
apresentação de três horas para explicar por que escolheu ter uma
posição vendida nas ações, eles caem 40%.
Segundo Ackman, o preço-alvo para os papéis da Herbalife é zero e sua opinião é que a empresa vai falir em breve. Ele acusa o grupo de ter causado danos financeiros a milhões de pessoas nos EUA e ao redor do mundo, em favor do enriquecimento de seu presidente, Michael Johnson.
A companhia, entretanto, nega as acusações desde que a apresentação foi divulgada e diz que vai rebater cada ponto levantado pelo investidor durante seu encontro com o mercado em 10 de janeiro. Para provar sua confiança no negócio, a administração reafirmou um programa de recompra de ações de US$ 50 milhões por trimestre.
Fundada em 1980, a Herbalife alcançou tanto um valor de empresa — dívida líquida somada ao valor de mercado — como receitas comparáveis ao de grandes grupos americanos de bens de consumo, entre eles a Energizer Holdings e a Clorox Company — os dois com mais de cem anos.
Ackman mostra na apresentação que a companhia começou com um faturamento de 23 mil e, em 31 anos, chegou a uma receita líquida de US$ 5,4 bilhões — até 2020, a previsão é de US$ 10 bilhões. Sua margem bruta, ou quanto das vendas não são consumidas pelos custos, também impressiona: 80,2%. A maioria do setor não chega a mais de 50%.
De acordo com o fundador da Pershing Square, não é uma política agressiva de preços nem a inovação em diferentes segmentos que garante esse sucesso, já que todos os produtos da Herbalife são, em média, mais caros do que a concorrência e a maioria de suas novidades são vendidas também pelas rivais.
Ele afirma que a companhia ganha com o recrutamento de seus “distribuidores” e não com a venda dos produtos, o que ele acredita ser um esquema de pirâmide. Ele calcula que 2 milhões de pessoas já foram “enganadas” e perderam US$ 2 mil, em média, cada uma. Desde 1980, o total de perdas para os “distribuidores” chega a US$ 3,8 bilhões.
Para não ganhar em cima da tragédia alheia, Ackman garantiu que todos os recursos levantados com a posição vendida que tem nas ações da Herbalife — que já devem ter rendido algum dinheiro, visto que o mercado comprou sua ideia — será doado a entidades filantrópicas.
(Renato Rostás | Valor)
Os papéis recuavam 6,1% por volta das 13h05 (horário de Brasília),
sendo cotados em US$ 25,61. Mas desde o dia 20, quando a Pershing Square
Capital Management, gestora de recursos do empresário, fez uma
apresentação de três horas para explicar por que escolheu ter uma
posição vendida nas ações, eles caem 40%.Segundo Ackman, o preço-alvo para os papéis da Herbalife é zero e sua opinião é que a empresa vai falir em breve. Ele acusa o grupo de ter causado danos financeiros a milhões de pessoas nos EUA e ao redor do mundo, em favor do enriquecimento de seu presidente, Michael Johnson.
A companhia, entretanto, nega as acusações desde que a apresentação foi divulgada e diz que vai rebater cada ponto levantado pelo investidor durante seu encontro com o mercado em 10 de janeiro. Para provar sua confiança no negócio, a administração reafirmou um programa de recompra de ações de US$ 50 milhões por trimestre.
Fundada em 1980, a Herbalife alcançou tanto um valor de empresa — dívida líquida somada ao valor de mercado — como receitas comparáveis ao de grandes grupos americanos de bens de consumo, entre eles a Energizer Holdings e a Clorox Company — os dois com mais de cem anos.
Ackman mostra na apresentação que a companhia começou com um faturamento de 23 mil e, em 31 anos, chegou a uma receita líquida de US$ 5,4 bilhões — até 2020, a previsão é de US$ 10 bilhões. Sua margem bruta, ou quanto das vendas não são consumidas pelos custos, também impressiona: 80,2%. A maioria do setor não chega a mais de 50%.
De acordo com o fundador da Pershing Square, não é uma política agressiva de preços nem a inovação em diferentes segmentos que garante esse sucesso, já que todos os produtos da Herbalife são, em média, mais caros do que a concorrência e a maioria de suas novidades são vendidas também pelas rivais.
Ele afirma que a companhia ganha com o recrutamento de seus “distribuidores” e não com a venda dos produtos, o que ele acredita ser um esquema de pirâmide. Ele calcula que 2 milhões de pessoas já foram “enganadas” e perderam US$ 2 mil, em média, cada uma. Desde 1980, o total de perdas para os “distribuidores” chega a US$ 3,8 bilhões.
Para não ganhar em cima da tragédia alheia, Ackman garantiu que todos os recursos levantados com a posição vendida que tem nas ações da Herbalife — que já devem ter rendido algum dinheiro, visto que o mercado comprou sua ideia — será doado a entidades filantrópicas.
(Renato Rostás | Valor)
Fonte: http://www.valor.com.br/empresas/2950016/apos-denuncia-de-piramide-herbalife-perde-40-do-valor-na-bolsa
quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
Autoreflexão, uma ação muito inteligente.
"O homem ignorante não é o homem sem instrução, é aquele que não conhece a si mesmo." Krishanmurti
Vida que não é examinada não tem muito sentido de ser.
Por essa razão, o ser humano precisa, sempre que sentir necessidade, fazer uma profunda reflexão da sua vida, observando com mais cuidade o que tem acertado e o que precisa ser melhorado.Através de uma autoanálise cuidadosa dos seus atos, a pessoa se conscientiza que pode melhorar muito mais e assim, conseguir resultados surpreendentes com pequenas mudanças no seu dia a dia.
Não precisa fazer grande mudanças de imediato, porque isso pode frustar as suas forças. O que realmente importa é ter a coragem de saber que precisa fazer pequenos ajustes no leme do seu próprio barco para chegar ao lugar que deseja.
Se nesta reflexão interior a pessoa detecta alguns "vicios" que precisam ser evitados, já mostra que atitudes fortes precisam ser tomadas; mas é sempre bom lembrar que tudo tem seu tempo certo de acontecer, e que se fizer mais do que se está preparado, no momento, os resultados não acontecerão satisfatoriamente.
Por essa razão é preciso tomar muito cuidado com todas as variantes do problema que precisa ser resolvido.
Tenho percebido que muitas pessoas desistem, porque querem resolver tudo a seu modo e de forma precipitada; acabam piorando a situação, em vez de resolver com perspicácia e muita atenção.
Nesta autoanálise, também é interessante que o indivíduo possa procurar conversar com pessoas mais experientes que lhe possam dar algumas sugestões que facilitam a sua tomada de decisão.
Quem age dessa forma, além de mostrar humildade, mostra também o desejo de acertar mais.
Claro que, neste momento de parar para pensar, alguns insucessos serão diagnosticados, fazendo com que a pessoa reveja seus atos e o que precisa ser melhorado.
O grande Henry Ford já dizia: "O insucesso é apenas uma oportunidade para recomeçar de novo com mais inteligência".
Essa citação alerta para que os mesmos erros não sejam mais cometidos e que as atitudes a serem tomadas sejam precavidas de observações extras no que se estava fazendp anteriormente.
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
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